<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375</id><updated>2011-04-22T05:14:57.284+01:00</updated><title type='text'>Freestyle 007</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-8872463213457366584</id><published>2008-01-04T15:04:00.000Z</published><updated>2008-01-04T16:16:11.347Z</updated><title type='text'>Auto-avaliação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Originalidade do Nome&lt;/span&gt;:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No que diz respeito à originalidade do nome escolhido para o blog do grupo, optámos por transcrever um dos parágrafos que se encontra presente no primeiro post do blog. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Muitos interrogar-se-ão o motivo pelo qual optámos por este nome, pelo que passaremos a explicar de forma sucinta. Antes mesmo de chegarmos a um nome que nos identificasse, decidimos optar por um título grafado em Inglês por considerarmos bastante mais funcional neste mundo em que estamos todos à distância de um clique. Freestyle é acima de tudo aquilo que mais caracteriza a sociedade contemporânea, na qual nós nos inserimos. No fundo, todos nós andamos em busca de algo que nos diferencie dos restantes, de forma, a que sejamos reconhecidos. Analogamente, queremos demonstrar que o nosso grupo tem algo de novo para oferecer demarcando-nos dos já existentes. Ligado ao nome, encontra-se um número – 007 – cuja sua escolha tem duplo significado. Por um lado remete-nos para o presente ano (2007), e por outro lado simboliza o tão conhecido Agente Secreto Inglês – James Bond (007). Esta escolha não foi de todo inocente, a figura de James Bond está associada a um estilo de vida bem diferente e livre, mas também nos transmite a ideia de que tudo pode ser solucionado com êxito e eficiência”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Originalidade de Temas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O nosso Blog é composto por um número variado de posts (10), que se subdividem entre obrigatórios (7) e facultativos (3). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Os posts obrigatórios foram realizados com base em temas propostos em aula, onde expressámos os nossos pontos de vista e pontos de vista de outros autores.Em relação aos posts facultativos foram incluídos os seguintes títulos: “Second Life para lá da realidade”, “O maior Evento Multimédia de Sempre” e “Leila Navarro – O Furacão Brasileiro arrasa Católica”. Relativamente ao primeiro post, “Second Life para lá da realidade”, serviu para nos elucidar sobre aquilo em que consiste este novo mundo virtual – funcionamento, organização, etc. O segundo post, “O maior Evento Multimédia de Sempre”, tem por base a notícia do diário gratuito “Metro” e refere o seu envolvimento num projecto internacional multimédia, cujo principal objectivo é chamar a atenção para a democracia. Por fim,“Leila Navarro – O Furacão Brasileiro arrasa Católica”, que tem como principal objectivo descrever a conferência que assistimos apresentada pela divertida Leila Navarro que abordou diversos assuntos de interesse para a nossa vida académica e profissional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Rigor Científico&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quanto ao rigor científico, tentámos pesquisar autores que defendessem ou contrariassem os temas abordados. Tivemos em conta a bibliografia recomendada e as recomendações feitas em aula pela docente da disciplina. Recorremos a sites credíveis, para sermos o mais rigorosos possível.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Visibilidade e Divulgação&lt;/span&gt;:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No que concerne a visibilidade e divulgação do blog, tentámos que tivesse um aspecto atractivo e credível. Estruturamos o blog com texto e imagens para que suscitasse curiosidade. Contudo, as temáticas abordadas são demasiado técnicas e o utilizador comum não tem paciência para se debruçar sobre estas. Contrariamente ao que aconteceu com a comunidade criada, o objectivo primordial do blog não era a interactividade, por isso não houve uma preocupação tão grande em divulgá-lo. Mesmo assim, conseguimos reunir alguns comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Capacidade de Reflexão e Análise&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando nos foram propostos para discussão e reflexão os variados temas, procurámos sempre adaptá-los ao nosso quotidiano, e tentámos encontrar uma base científica que os suportasse (bibliografia recomendada e pesquisa autónoma). Concluímos sempre os nossos posts com a nossa opinião, como forma de cunho pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;m&lt;&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Valor acrescentado para o conhecimento das matérias relacionadas com o mundo digital&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar por fazer uma abordagem daquilo que foi a nossa experiência relativamente ao blog. Consideramo-la bastante positiva, embora não tenho sido novidade, dado que, já tínhamos trabalhado com um blog na disciplina de Edição Multimédia. Concluímos que é uma óptima ferramenta de trabalho, que permite alguma interacção entre o docente e os discentes. Permite ao docente aceder e estar sempre informado do desenvolvimento do trabalho dos discentes, a qualquer momento, dado que este suporte digital se encontra online. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relativamente à nossa experiência com a comunidade, foi algo completamente novo e inovador. Tirámos muito partido desta experiência interactiva, e estamos convictos que nos será muito útil saber manusear estas novas ferramentas de trabalho na nossa futura vida profissional. Durante as aulas houve um grande empenho da nossa parte em manter a comunidade dinâmica e interactiva, achamos que os objectivos foram claramente alcançados com sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outra questão também muito interessante, e sobre a qual nunca antes tínhamos pensado, diz respeito ao Interface Web. É de extrema importância termos uma noção bastante clara daquilo que o utilizador mais aprecia quando se conecta com um Interface Web. Por esse motivo, seleccionámos este ponto da matéria, como um dos pontos mais relevantes na nossa aprendizagem durante as aulas da disciplina de Comunicação Digital. Futuramente, temos de nos preocupar em passar a mensagem correcta da forma mais eficaz, e considerámos que as técnicas aprendidas nos serão de extrema utilidade para esse fim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-8872463213457366584?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/8872463213457366584/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=8872463213457366584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/8872463213457366584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/8872463213457366584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2008/01/auto-avaliao.html' title='Auto-avaliação'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-8243789458215771935</id><published>2007-11-21T12:37:00.000Z</published><updated>2008-01-04T18:14:55.191Z</updated><title type='text'>Visões negativas acerca do PowerPoint</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com base na leitura de dois textos facultados em aula: “&lt;strong&gt;PowerPoint is Evil&lt;/strong&gt;” da autoria de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Edward Tufte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e “&lt;strong&gt;PowerPoint Makes You Dumb&lt;/strong&gt;” da autoria de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Clive Thompson&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, iremos salientar os principais aspectos que levam ambos a questionar a utilização e as características deste software lançado pelo Microsoft em 1984. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"&lt;span style="font-size:130%;"&gt;PowerPoint is Evil" &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;by Edward Tufte&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Inicialmente começaremos por abordar a visão de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Edward Tufte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que co&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0QuQiDm6TI/AAAAAAAAACM/rEEs7nZuaGk/s1600-h/TUFTE.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135280336663931186" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 190px; HEIGHT: 127px" height="189" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0QuQiDm6TI/AAAAAAAAACM/rEEs7nZuaGk/s320/TUFTE.jpg" width="321" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;meça o seu texto metaforicamente comparando o PowerPoint aos efeitos secundários provocados pelos medicamentos. Ou seja, alguns indivíduos tornam-se demasiado dependentes do consumo de determinados medicamentos, tal como acontece c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;om a dependência existente à utilização do PowerPoint. Com isto quer dizer que o uso excessivo, ou a dependência em relação a algo pode ser maléfico para os indivíduos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tufte faz ainda referência à forma como as apresentações em PowerPoint estão a ser banalizadas, e menciona que o formato (layout) da apresentação se sobrepõe ao seu conteúdo “ The standard PowerPoint presentation elevates format over content…”. Espelha ainda que anterior à aparição do PowerPoint, existiam retroprojectores que projectavam um conjunto de itens considerados importantes pelo orador, que servia de fio condutor durante uma apresentação oral. Hoje em dia porém, as apresentações em Po&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;werPoint são utilizadas para tentar captar ao máximo a atenção da audiência, de forma a glorificar o orador, não por aquilo que este diz, mas por aquilo que a apresentação em PowerPoint mostra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3Uit1-P_YI/AAAAAAAAAEI/DVwGV1_Sp7k/s1600-h/bartppt.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149059919945661826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 272px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 208px" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3Uit1-P_YI/AAAAAAAAAEI/DVwGV1_Sp7k/s320/bartppt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tufte exibe ainda uma fo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;rte crítica à forma como o PowerPoint tem vindo a ser adoptado nas escolas. Acha que as crian&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;ças, ao invés de passarem 15 minutos de leitura silenciosa em frente a um monitor (a ler um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;reduzido número de palavras e a observarem imagens, sem muitas vezes entenderem as metáforas que estas traduzem), deveriam despender esse tempo a construir frases e a escrever composições. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar a análise ao texto de Edward Tufte, iremos abordar o impacto que o uso do PowerPoint teve no contexto empresarial. O autor narra que cada diapositivo contém em média 40 palavras, o que em termos de informação é muito pouco. Ora, para abordar um assunto de forma perceptível será necessária a utilização de vários diapositivos, o que de certo modo irá causar enfadamento à audiência. Defende ainda que para se abordar um tema perante uma audiência e que para esta o entenda, é necessário explora-lo minuciosamente. Sendo a utilização do PowerPoint incompatível com a análise pormenorizada de determinado assunto. Tufte faz uma análise comparativa de dois exemplos de mostragem estatística: uma tabela com conteúdos estatísticos e gráficos construídos em PowerPoint. Indicia um enorme apreço pela utilização de tabelas, pois considera que são mais organizadas, e de fácil leitura e interpretação. Quanto aos gráficos construídos e apresentados em PowerPoint considera-os confusos (cores que facilmente se confundem, com legendas em código, formas estranhas de gráficos…). Conclui dizendo que o PowerPoint é um meio bastante competente para projectar as ideias fulcrais de um tema. Contudo, têm-se tornado no centro das atenções, ao invés de servir apenas de complemento à apresentação. Esta má utilização deste software denota uma grande falha por parte do orador, uma falta de respeito pela audiência que tem à sua frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;"PowerPoint Makes You Dumb" by&lt;/em&gt; Clive Thompson&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este autor partilha da mesma óptica da Edward Tufte, considerando também e&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0VzwyDm6VI/AAAAAAAAACc/ubB2lo5VyEc/s1600-h/mvc-013fl.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135638231993739602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 174px; HEIGHT: 168px" height="106" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0VzwyDm6VI/AAAAAAAAACc/ubB2lo5VyEc/s320/mvc-013fl.jpg" width="155" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;le que o PowerPoint enquanto ferramenta de trabalho, quando mal utilizado pode ter consequências catastróficas. A exemplo disso podemos destacar o acidente do vaivém Columbia em 2003, que segundo o relatório oficial terá ocorrido devido quer a falhas de componentes mecânicas, mas também “inacreditavelmente”, devido a erros de leitura de apresentações feitas em PowerPoint por parte dos engenheiros. Ao recorrem a este tipo de apresentações (com dados demasiadamente sintetizados) minimizaram a real dimensão dos danos, pondo em risco a vida da tripulação e da nave.&lt;br /&gt;Em contraponto, Simon Marks, director de projecto para PowerPoint, salienta o vício de Tufte pela “information density”, motivo que o leva a questionar a utilização deste software. Este afirma que é apenas uma questão de escolha, o PowerPoint pode efectivamente ser utilizado para realizar uma apresentação “pesada” e cheia de conteúdo, mas este questiona se de facto as pessoas souberem de antemão como será realizada a apresentação, estas continuariam a querer assistir na mesma. A resposta de Simon Marks para tal pergunta é “They wouldn’t want it”.&lt;br /&gt;Em tema de conclusão, Clive Thompson, refere que pelo menos nos E.U.A as apresentações em PowerPoint, continua a ser utilizadas pelas altas chefias do estado, dando em seguida o exemplo, de Colin Powell antigo Secretário de Estado Norte-Americano, que terá utilizado uma apresentação deste tipo, quando em Fevereiro se dirigiu as Nações Unidas com o intuito de provar que o Iraque detinha armas de destruição massiva. Thompson, afirma em tom irónico, que as armas de destruição massiva nunca foram encontradas, brincando ao afirmar “ (…) maybe Tufte is onto something”. Acusa por fim estes software de apresentações, de ser uma moderna ferramenta de “obscurantismo” – na qual a manipulação de dados é mais importante que os factos. No final o autor aconselha pessoalmente o leitor, que mesmo quando nada tiver para dizer, na verdade talvez o que necessite seja a ferramenta certa [referência indirecta ao PowerPoint] para o ajudar “(…) not to say it”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após a análise dos dois textos, o primeiro da autoria de Edward Tufte e o segundo do autor Clive Thompson, conclui-se que ambos, embora atacando violentamente a utilização do PowerPoint, fazem depender essa mesma utilização do usuário. Assim existem apresentações muito más com resultados catastróficos e outras boas ou muito boas, têm e que ser adaptadas as circunstâncias do meio e do público. Como tal os elementos do grupo decidiriam classificar estes dois autores na corrente interactivista.   &lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-8243789458215771935?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/8243789458215771935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=8243789458215771935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/8243789458215771935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/8243789458215771935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/11/vises-negativas-acerca-do-powerpoint.html' title='Visões negativas acerca do PowerPoint'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0QuQiDm6TI/AAAAAAAAACM/rEEs7nZuaGk/s72-c/TUFTE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-1330633352685823653</id><published>2007-11-14T23:25:00.001Z</published><updated>2008-01-04T18:15:57.513Z</updated><title type='text'>“What the Web is for” de David Weinberger</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134535941522123026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0GJPCDm6RI/AAAAAAAAAB8/xfRh9Niz7H4/s320/david_face_clouds_thumb_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;David Weinberger autor de várias obras reconhecidas no meio académico, iniciou a sua carreira como professor de filosofia, ocupando posteriormente várias funções, nomeadamente, a de consultor de marketing, consultor político e empresário no ramo do investimento de risco na Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No seu texto, David Weinberger, fala da dicotomia existente entre o mundo real (no qual vivemos) e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; a web. Para este o mundo real mostra aquilo que o ser humano é, e a forma como este se junta / relaciona entre grupos em sociedade (animal social). Por outro lado, na web defende, o ser humano mostra a forma como escolhe, a forma como se preocupa se relaciona entre si. “The real world map shows what we humans have been given to work with. The Web shows what we have chosen to care about”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No seu artig&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3Ut6V-P_ZI/AAAAAAAAAEQ/3zAmlv1rOyc/s1600-h/working+together.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149072229321932178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 188px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 157px" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3Ut6V-P_ZI/AAAAAAAAAEQ/3zAmlv1rOyc/s320/working+together.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;o, uma ideia sempre presente “Together” ou juntos quando traduzido, é aplicável segundo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;este, ao mundo da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;web, uma vez que esta resulta de um esforço conjunto e constante dos utilizadores, não é algo inato ao homem, mas sim fruto do seu trabalho “it is made out of humans caring about thights together”. Esta necessidade humana de conviver e ser ouvido, obrigou-o ao longo da história a criar os seus próprios instrumentos, que lhe permitisse encurtar distâncias quebrando barreiras e possibilitado portanto a comunicação. Estes meios de comunicação, desde a simples carta, passando pelo telefone no final do século XIX, vieram salvaguardar a necessidade de ser e estar em sociedade. Como David Weinberger afirma, o surgimento da Internet, ela própria um “veículo” de comunicação criou uma ampla gama de novas possibilidades que alteram a forma do homem estar e ser “ (…) be together in new ways”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A Internet e o novo mundo da web revolucionaram em apenas 50 anos, totalmente a forma do ser humano se dar a conhecer, mostrar e partilhar o seu “eu”, numa hilariante comparação afirma o autor, que caso marcianos visitassem o novo mundo obviamente que nós apenas lhes mostraríamos o melhor que a nossa sociedade tem para oferecer. É exactamente isso que o ser humano fez da Internet; Um espelho de boas vontades humanas, mostrando o nosso melhor “It`s when we are caring for one another that we`re at our best”, só através do processo de observação se pode na realidade vislumbrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;David Weinberger argumenta repetidamente, que apenas somos humanos porque estamos ligados entre nós “we are &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3RH-F-P_XI/AAAAAAAAAEA/o5_ZYjIz3GA/s1600-h/400_F_481782_6EOBcHaOB8IjthUIjXpdRFgUHDWx7Q.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148819406072053106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3RH-F-P_XI/AAAAAAAAAEA/o5_ZYjIz3GA/s320/400_F_481782_6EOBcHaOB8IjthUIjXpdRFgUHDWx7Q.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;humans because we are connected to another humans”, uma vez que dentro de nós, reside ainda, o sentimento íntimo de protecção, algo que apenas um ser humano pode partilhar com outro, já que nada se preocupa “Statues don`t care what happens to them. Robot don`t care. Humans do. We care together”. No mundo real, o homem encontra, por vezes dificuldades em encontrar essa capacidade de conectividade ou busca de protecção, já que o espaço nos afasta. É este problema que a Internet e todas as suas diversas funcionalidades vieram se não resolver, por ventura atenuar, já que até ai o homem estava limitado no seu número de “ligações”, quer através de carta ou telefone, a outros que já conhecia, que lhe eram próximos, que lhe eram íntimos. No mundo real conhecemos pessoas que nos rodeiam, na Internet nós partilhamos interesses “The web make it easy to connect”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Partilhamos informação, com maior facilidade, com grupos que partilham dos nossos interesses e nos compreendem enquanto ser individual “ (…) we find a web page that talks about how to make jewelry out of sheels”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em mote de conclusão o autor alude para a existência de dois mundos, o primeiro o real, no qual nos mantemos afastados pela distância, um segundo a web, no qual nos encontramos e trocamos experiências e conhecimentos. “The real world is about distances keeping people apart. The web is about shared interests bringing people together”. Por ultimo refuta ainda, a ideia de que, se ser humano, é viver em conexão com os outros e “tomar conta” / auxiliar os outros, então a Internet e os seus múltiplos hyperlinks, são criados e transformados pelo interesse e paixão, mutáveis e adaptáveis, para que constituam os locais nos quais somos melhores enquanto homens “ (…) is a place where we can be better at being people”.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Após ter sido analisado na íntegra o texto David Weinberger, eis que se torna necessário enquadra-lo dentro de uma teoria que define a sociedade e a tecnologia. O grupo após discussão concordou que o autor se enquadra dentro da corrente construtivista, ao defender que a tecnologia é uma consequência da sociedade em que vivemos, o que pode ser constatado pelos múltiplos exemplos anteriormente referidos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-1330633352685823653?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/1330633352685823653/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=1330633352685823653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/1330633352685823653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/1330633352685823653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/11/em-construo-erro-de-pgina.html' title='“What the Web is for” de David Weinberger'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R0GJPCDm6RI/AAAAAAAAAB8/xfRh9Niz7H4/s72-c/david_face_clouds_thumb_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-1166493215053412156</id><published>2007-11-07T13:02:00.000Z</published><updated>2007-12-27T21:24:37.915Z</updated><title type='text'>The Final Cut</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Durante a última aula da Comunicação Digital assistimos ao filme “T&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;he &lt;a href="http://www.dvdlive.be/images/large/255/the_final_cut.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 315px" height="442" alt="" src="http://www.dvdlive.be/images/large/255/the_final_cut.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Final Cut” de &lt;em&gt;Omar Naïm&lt;/em&gt;, sobre o qual nos foi proposta uma reflexão crítica, sobre as suas principais temáticas.&lt;br /&gt;Primeiramente iremos resumir embora de forma bastante sucinta, qual a ideia global do filme. Posteriormente, passaremos ao tratamento das perguntas colocadas em aula.&lt;br /&gt;Este filme gira em torno da ideia de num futuro não muito distante ser possível fazer uma “gestão de memórias”, ou seja, através de um microship implantado no cérebro aquando crianças, passa a ser possível gravar todas as vivências. É possível, após o falecimento do indivíduo, extraírem dispositivos a fim de seleccionar as memórias, reunindo-as num filme, prestando desta forma homenagem ao falecido. A pessoa encarregue da edição do filme tem a capacidade de seleccionar os bons dos maus actos praticados, transformando as suas vidas, em algo de imaculadas. Isto acaba por trazer um grande desconforto e indignação no seio da comunidade/sociedade amplamente dividida sobre, será exequível continuar com a implantação de tal tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;1 - &lt;strong&gt;Reflexão sobre impacto de tecnologias individuais a nível social&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais se assiste a uma maior individualização da sociedade, embora se defenda que todos vivemos num “Aldeia Global” e que partilhamos uma cultura muito semelhante. Como exemplos de tecnologias individuais, temos o telemóvel, o Personal Computer, e mais recentemente a Internet ou os leitores de MP3. Todos estes dispositivos permitem ao utilizador, uma cada vez maior interactividade permitindo no final, criar um produto que embora igual aos demais produzidos em série, está na verdade totalmente configurado segundo as preferências dos seus utilizadores que os “moldam” e individualizam para que se tornem quase como uma extensão do seu próprio corpo, e como tal, extremamente pessoal e intransmissível. Reflectindo um pouco, através de um telemóvel computador ou leitor de música, conseguimos saber mais sobre os gostos e preferências de determinada pessoa, do que se a abordando e questionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;2 - &lt;strong&gt;Evolução dos conceitos de memória e privacidade&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se observarmos o nosso quotidiano, verificamos que a nossa memória é manipulada e construída pelos editores dos “media”. Tomemos como exemplo, o caso do falecimento da Princesa Diana. Todos temos uma memória bastante nítida da falecida princesa, embora nunca tenhamos privado pessoalmente com. Como tal, podemos concluir que todas as nossas memórias resultam, pelo menos em parte, de uma pré-selecção feita por alguém que presumivelmente conhece os nossos gostos e que sabe de certo modo, aquilo que queremos saber, ver e ouvir. &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3QXgF-P_WI/AAAAAAAAAD4/lxI8vQD-RGM/s1600-h/cod54.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148766114117844322" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="217" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3QXgF-P_WI/AAAAAAAAAD4/lxI8vQD-RGM/s320/cod54.jpg" width="309" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Se analisarmos o filme visionado, o editor responsável pela montagem do filme do/a falecido/a, tem acesso ilimitado a todas as memórias vividas pelo indivíduo, acabando por ser o único a conhece-lo plenamente, e tendo o poder de manipular as imagens que serão colocadas no filme final “re-memória”. Para alguns, isso é considerado uma extrema violação da privacidade do ser humano, “Sob a censura da tecla ‘delete’, a vida de cada um transforma-se numa versão politicamente correcta”, e não numa amostragem do real. Na verdade diariamente o nosso direito à privacidade, é colocado no limite, em troca de um segurança invisível, na rua, no metro, no autocarro, em qualquer lugar existe uma câmara a filmarmo-nos a “olhar” a “controlar” os nossos movimentos, a única diferença em relação ao filme, é que essas imagens ainda não são compiladas, pois se fosse feito muitas das nossas actividades diárias estariam lá presentes. Para alguns esta é uma visão assustadora a de um “Big Brother”, como o descrito no livro "1884" de George Orwell, em uma constante vigilância 24 sobre 24 horas, 365 dias ao ano. No entanto comportamo-nos como se nada fosse, as câmaras passam tão despercebidas, como, no fundo os implantes colocados no cérebro, ambos desempenham um papel idêntico, embora por razões ambíguas. Em Londres, por exemplo, são os computadores que através dos seus softwares e auxiliados pelo “olhar” de milhares de câmaras, vigiam e comparam milhares de caras por segundo identificando, no meio da multidão anónima, um terrorista um, que se destaca. Embora ajuda imprescindível as forças da lei também estas são falíveis e como o homem também a sua memória “visual” pode falhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;3 -&lt;strong&gt;Questões de adopção vs rejeição de novas tecnologias e de inclusão vs exclusão&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Desde sempre as “novas tecnologias” foram encaradas com desconfiança, principalmente pelas gerações mais velhas e tradicionais, sentindo-se ameaças e até feridas por estas. As ideias de Adopção/rejeição, inclusão/ exclusão, têm sido amplamente debatidas em praça pública, por conhecidos psicólogos e sociólogos, que apresentam as mais curiosas e talvez hilariantes formas de lidar-mos com as “novas tecnologias”, como se de “monstros” que ameaçam a integridade do lar, se tratassem.&lt;br /&gt;Somos, da opinião que a tecnologia por si, nada tem de bom ou mesmo de mau, é a mente humana e a suas infinitas ideias sobres como tirar o pleno proveito destas, pode por ventura constituir um risco. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas faixas etárias, nomeadamente os adolescentes, período de extrema importância para a formação do jovem enquanto indivíduo responsável, que estas tecnologias podem influenciar a sua maneira de ser ou agir. Socialmente cada indivíduo, tende a juntar-se a um grupo/ comunidade, para que seja aceite é necessário corresponder e respeitar determinados padrões standard, muitos desses padrões passam na actualidade pela valorização do material e não infelizmente dos valores de cada um. Assim na sociedade actual, um indivíduo, que por exemplo não tenha telemóvel está como que “automaticamente” excluído da sociedade, tratado com um outsider, um estranho, rejeito, não por aquilo que é mas por aquilo que não quer ou não pode ter.&lt;br /&gt;Em relação, à forma como reagimos perante as “novas tecnologias”, cada um reage com um estímulo próprio e muito individual, o que o leva, inicialmente a adoptar ou rejeitar determinada tecnologia, mas é na verdade a sociedade, que toma esse tipo de decisões por ele. Tomando novamente como exemplo o telemóvel, o nosso mundo não “acaba” sem essa tecnologia bastante recente, mas pensar em rejeita-lo por completo é algo de extrema violência para a maioria das pessoas como demonstra por exemplo um estudo já citado em aula. É criada em relação a uma tecnologia uma relação de dependência adoptamos, quase como um “amigo”, mais uma vez foi anteriormente inflacionados pela sociedade, porque se pensarmos, à trinta anos atrás, não existiam telefones móveis, mas a sociedade vivia em plena tranquilidade e harmonia. Em conclusão apesar das imensas discussões sobre a melhor forma de abordar as “novas tecnologias” ora rejeitando-as ora adoptando-as, não existe de facto uma “fórmula”, uma verdade absoluta, cabe ao fim ao cabo ao indivíduo aferir tal questão. Para muitos os recentes fenómenos de adolescentes em fúria, que invadem as suas escolas de pistolas em punho e assassinado todos os que se atravessam a sua frente, constitui uma consequência directa das tecnologias, e do chamado “isolamento acompanhado”. Mas mais uma vez não existem certezas, o mais recente caso na Finlândia, no qual um jovem entrou armado e feriu mortalmente vários colegas e professoras, é disso exemplo, este era um jovem igual a tantos outros, com amigos e um ambiente familiar estável, qual a razão do seu ódio e idolatrar de figuras como Hitler ou Estaline? Terão as tecnologias tido um papel, embora indirecto nos seus actos, ou terá reagido por simples impulso, ninguém, ninguém talvez nunca o irá saber. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-1166493215053412156?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/1166493215053412156/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=1166493215053412156' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/1166493215053412156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/1166493215053412156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/11/final-cut-de-omar-nam.html' title='The Final Cut'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3QXgF-P_WI/AAAAAAAAAD4/lxI8vQD-RGM/s72-c/cod54.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-5185805587803375160</id><published>2007-10-30T18:27:00.000Z</published><updated>2007-12-27T21:14:32.085Z</updated><title type='text'>Leila Navarro - O Furação Brasileiro arrasa Católica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RyeTyYpTt2I/AAAAAAAAABU/-7O5ftY9OrM/s1600-h/autor_49.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127229194603050850" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px" height="320" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RyeTyYpTt2I/AAAAAAAAABU/-7O5ftY9OrM/s320/autor_49.jpg" width="260" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No passado dia &lt;strong&gt;24 de Outubro&lt;/strong&gt;, realizou-se na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, uma conferência subordinada ao tema “&lt;strong&gt;Empreendedorismo e Emprego&lt;/strong&gt;”, apresentado pela sempre animada e imprevisível Leila Navarro. Num estilo descontraído esta “palestrante” definiu os objectivos e alternativas para a uma melhor vivência profissional e quotidiana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Através de jogos e exemplos da sua própria vida, Leila, alertou a plateia para algumas temáticas sobre as quais, normalmente não reflectimos. De forma efusiva Leila, definiu a forma como na actual sociedade, o profissional ou futuro profissional se deve comportar. Na sua visão, quem age igual a todos os outros está condenado ao fracasso, devemos arriscar e não ter medo de falhar, pois contrariamente ao “errar é humano”, na sua óptica o indivíduo deve acreditar na máxima “acertar é humano”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto focado foi que não temos que ser ricos, materialmente, mas em sonhos. Devemos estar munidos de ter coragem, ambição e objectivos de vida para alcançarmos o sucesso. O presente deve ser a nossa prioridade, mas nunca esquecendo as consequências que poderá ter num futuro próximo, pois se assim não o for, não seremos mais que autómatos, iguais entre os outros e pobres de espirito. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A crise deve criar/pro&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3QVfV-P_UI/AAAAAAAAADo/U_Q-lS1tT_Y/s1600-h/img_2432973.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148763902209686850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/R3QVfV-P_UI/AAAAAAAAADo/U_Q-lS1tT_Y/s320/img_2432973.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;piciar uma oportunidade, não cabe ao ser humano ficar fechado sobre si próprio deve ter vontade de mudar, nas suas palavras “(...)querer é fazer”. Não devemos tentar encontrar desculpas para nos acalmar o ego, devemos ocupar o tempo, preenchendo as lacunas da nossa vida pois o problema de ser ou não feliz reside nas atitudes. “A vida é um mar de oportunidades”, temos que as “agarrar”, “navegar” e aceitar os correr riscos, caso contrário, a nossa vida não será mais que um livro em branco. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Globalmente, foi um final de tarde bem passado na companhia de Leila Navarro que deixou uma plateia boquiaberta com a sua performance bastante “explosiva” e até tocante. É de salientar ainda a forma interactiva como lidou com a plateia, utilizando jogos e anedotas que deixaram o público a reflectir na importância de agir em comunidade, no sentimento de entre ajuda. As palavras de ordem são: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Auto-estima, Auto-confiança, Auto- conhecimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-5185805587803375160?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/5185805587803375160/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=5185805587803375160' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/5185805587803375160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/5185805587803375160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/10/leila-navarro-o-furao-brasileiro-arrasa.html' title='Leila Navarro - O Furação Brasileiro arrasa Católica'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RyeTyYpTt2I/AAAAAAAAABU/-7O5ftY9OrM/s72-c/autor_49.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-5967980298651204403</id><published>2007-10-24T12:29:00.000+01:00</published><updated>2008-01-04T16:11:53.800Z</updated><title type='text'>O maior evento multimédia de sempre</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rx8thtNPNSI/AAAAAAAAABE/k8Kr5V9vxC0/s1600-h/m_8b961fece551082adc26c00143d5c153.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124864958064964898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rx8thtNPNSI/AAAAAAAAABE/k8Kr5V9vxC0/s320/m_8b961fece551082adc26c00143d5c153.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255);font-family:trebuchet ms;" &gt;Iniciativa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,51,255)"&gt; &lt;/span&gt;Numa era em que os direitos dos cidadãos são cada vez mais postos em causa pelas medidas de segurança decorrentes da ameaça terrorista, numa altura em que o desencanto com os políticos faz alastrar o desinteresse pela cidadania, quando os movimentos totalitários vão conquistando simpatias em actos eleitorais democráticos, impõem-se o debate. A democracia está longe de ser um dado adquirido. Bem pelo contrário, é algo que se constrói diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por isso mesmo os jornais METRO de todo o mundo aderiram à iniciativa “why democracy?” , no que constituí o maior evento multimédia de sempre sobre um tema da actualidade. Na televisão, na rádio, on-line e em todos os MEMBRO – que se publicam em 100 das principais cidades de 21 países da Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia – esta discussão à escala global alcança mais de 300 milhões de pessoas, em cerca de duas centenas de países.&lt;br /&gt;Promovido pela estação Britânica BBC o “why democracy?” tem como ponto de partida a exibição de dez documentários realizados por cineastas de todo o mundo, os quais abordam temas que vão desde os métodos de tortura dos Estados Unidos até à eleição de um monitor de turma numa escola primária da China, passando pelos casos dos “cartoons” dinamarqueses que provocaram a ira da comunidade muçulmana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além destes filmes, que a BBC começou já a transmitir, a iniciativa passa igualmente pela criação de outros pequenos 20 filmes, subordinado ao tema “ O que é que a democracia significa para mim?”, cuja exibição será predominantemente feita on-line. Ao mesmo tempo, mais de 40 cadeias de televisão em todo o mundo estão a promover o debate, numa estreita ligação com a iniciativa global. A discussão está também a decorrer on-line, quer no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.whydemocracy.net/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;http://www.whydemocracy.net/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;., quer no conhecido Myspace.com, onde alguns destes pequenos filmes foram estreados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O METRO associa-se ao evento como jornal oficial, publicado, ao longo dos próximas semanas, o testemunho de pessoas conhecidas, políticos ou não, sobre a democracia. Ao todo são dez perguntas, iguais em todas as edições do METRO de todo o mundo. Evo Morales e Pelé encontram-se entre os que já responderam a este desafio.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;BBC&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;METRO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Segunda-Feira 22 de Outubro de 207&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-5967980298651204403?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/5967980298651204403/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=5967980298651204403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/5967980298651204403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/5967980298651204403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/10/o-maior-evento-multimdia-de-sempre.html' title='O maior evento multimédia de sempre'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rx8thtNPNSI/AAAAAAAAABE/k8Kr5V9vxC0/s72-c/m_8b961fece551082adc26c00143d5c153.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-7283589580882976040</id><published>2007-10-21T16:58:00.000+01:00</published><updated>2007-12-28T13:40:11.993Z</updated><title type='text'>A Nossa Comunidade - Alerta Ambiental</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rxt3c9NPNQI/AAAAAAAAAA0/SEpkwTS2CvU/s1600-h/environment.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123820340414199042" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rxt3c9NPNQI/AAAAAAAAAA0/SEpkwTS2CvU/s320/environment.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Queremos aproveitar o blog para publicitar a nossa comunidade que se intitula &lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;“Alerta Ambiental”&lt;/span&gt; (link: &lt;a href="http://www.communityzero.com/alertaambiental"&gt;http://www.communityzero.com/alertaambiental&lt;/a&gt;). Esta comunidade teve a sua génese nas aulas de Comunicação Digital, do curso de Comunicação Social e Cultural da Universidade Católica Portuguesa.Passaremos então a explicar em que consiste a nossa comunidade. O título foi escolhido com base nos interesses dos membros do grupo, ambos gostamos de assuntos relacionados com o ambiente. Temos por hábito ler a revista “National Geographic” que aborda com frequência temáticas de cariz ambiental que de certo modo nos têm alertado e aguçado a nossa curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que se pode encontrar na nossa Comunidade?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt;Neste  momento a nossa comunidade  conta com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;48 membros&lt;/span&gt;, e com a participação activa de alguns. A comunidade é formada por áreas distintas: &lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;"&gt;Ideias Verdes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Fórum&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Galeria de fotos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;Ficheiros de Interesse&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Links&lt;/span&gt;. Em &lt;span style="color: rgb(51, 204, 0); font-weight: bold;"&gt;Ideias Verdes&lt;/span&gt; pode-se encontrar notícias da actualidade que abordam questões ambientais, curiosidades relacionadas com a temática, desastres naturais e ainda artigos sobre habitats em risco; no &lt;span style="color: rgb(255, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Fórum&lt;/span&gt; os membros podem activamente debater questões colocadas por nós – fundadores da comunidade – ou podem ainda debater os artigos colocados em Ideias Verdes, na &lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Galeria de Fotos&lt;/span&gt; podem ser visionadas variadas fotos que abordam os vários tipos de poluição, tipos de automóveis amigos do ambiente, e exemplos de desastres ambientais, os membros podem também comentar as fotos; optámos por colocar mais duas divisões – &lt;span style="color: rgb(204, 102, 204); font-weight: bold;"&gt;Ficheiros de Interesse &lt;/span&gt;e &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Links&lt;/span&gt; – para que os membros tenham acesso a material extra relacionado com a temática ambiental, quer no que toca a filmes, livros, sites na Internet ou até mesmo documentos criados por outros membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;FeedBack da Comunidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt;Esperamos que esta comunidade tenha acrescentado algo, nem que seja apenas no campo da consciencialização. Da nossa parte, achamos que existiu um grande esforço para que os objectivos fossem devidamente atingidos.  Temos explorado todas as ferramentas possíveis para que a comunidade funcione a 100%. No que toca à interactividade entre os membros da comunidade, julgamos que está a funcionar na perfeição. Contudo, temos perfeita noção que os membros (os 48) poderiam interagir mais, mas a vida ocupada de cada um condiciona ligeiramente a disponibilidade para tal. Muitos dos membros desconheciam como funcionava uma comunidade, por isso, tivemos de despender algum tempo sugerindo a melhor forma destes participarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blog Vs Comunidade &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt;Ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;analisarmos comparativamente a comunidade e o blog&lt;/span&gt;, concluímos que existem algumas diferenças, mas também algumas semelhanças. No que toca às &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;semelhanças&lt;/span&gt;, concluímos que em ambos os suportes digitais podemos criar links de interesse, e um sistema de votações (que não utilizámos no blog por não acharmos necessário), também é possível haver interactividade entre membros ou outsiders, embora no caso do blog seja a comentar os posts e o caso da comunidade seja a participar no fórum ou a comentar imagens. Por seu turno, encontrámos diversas &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;diferenças&lt;/span&gt;, tais como: na comunidade podemos agrupar a informação por categorias, dispomos de um fórum onde os membros discutem activamente ideias, a própria disposição gráfica dos suportes é bastante diferenciada, dispomos ainda de uma galeria de fotos e de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;chat &lt;/span&gt;(que funciona em tempo real), o que não se verifica no blog. Concluímos então que o &lt;span style="color: rgb(51, 153, 153); font-weight: bold;"&gt;blog é utilizado maioritariamente como uma ferramenta de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Conclusão &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Globalmente, tem estado a ser uma experiência gratificante e bastante inovadora, embora haja sempre pontos de divergências em termos opinativos entre os membros do grupo. Aconselhamos vivamente a experiência de criar uma comunidade, ainda que seja por poucos dias! Embora, nos tenhamos deparado com algumas dificuldades na construção da comunidade. Foram despendidas várias horas para que conseguíssemos explorar na totalidade todas as funcionalidades e ferramentas  disponíveis. No nosso caso gostaríamos que a comunidade continuasse, mas não existem verbas para tal. Utopicamente falando, para a manutenção desta comunidade manteríamos o mesmo registo e as mesmas convicções. Contudo, necessitaríamos de uma maior disponibilidade de tempo e de recursos, quer de software, quer económicos para prosseguir com a comunidade. Talvez pudéssemos fazer uma maior publicidade, apelando à participação e maior mobilização dos membros afim de melhorar a interactividade, quer quantitativamente, quer qualitativamente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-7283589580882976040?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/7283589580882976040/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=7283589580882976040' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/7283589580882976040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/7283589580882976040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/10/alerta-ambiental-queremos-aproveitar-o.html' title='A Nossa Comunidade - Alerta Ambiental'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rxt3c9NPNQI/AAAAAAAAAA0/SEpkwTS2CvU/s72-c/environment.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-5203678557907274100</id><published>2007-10-20T12:19:00.000+01:00</published><updated>2008-01-04T16:08:48.680Z</updated><title type='text'>"Second Life" para lá da realidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Neste post o objectivo principal é explicar de uma forma simples e sucinta o que é na realidade o Second Life. &lt;em&gt;O &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;second Life é encarado como um mundo virtual em 3D inteiramente criado / moldado pelos utilizadores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Este sistema ciado em 2003, tem vindo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rxnm7dNPNPI/AAAAAAAAAAs/FnXK3yAfJvM/s1600-h/image0011.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123379960237470962" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 178px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px" height="197" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rxnm7dNPNPI/AAAAAAAAAAs/FnXK3yAfJvM/s320/image0011.jpg" width="188" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;a expandir-se de forma exponencial e na actualidade este pseudo “mundo” tem no seu registo mais de 10 milhões de utilisadores, das mais variadas zonas do globo. Nunca é de mais enfatizar que a “população” actual do second life supera numericamente a população Portuguesa, segundo o último censo realizado em 2001. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A partir do momento em que entramos neste mundo virtual, somos contemplados por um  vasto conjunto de continentes / ilhas nas quais podemos encontrar um conjunto de diferentes pessoas, algumas de aspecto verdadeiramente desconcertante. Diz o Second life, que basta explorar um pouco para que criemos nós próprios a nossa sociedade, &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a nossa “sociedade perfeita”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Cada utilizador passa a deter direitos de posse sobre a aquilo que criou, e à semelhança das nossas sociedades, também aqui é permitido a troca ou venda das nossas criações, no fundo um negócio virtual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As grandes multinacionais têm vindo a deslocar-se também para este mundo, acompanhado as tendências e mantendo-se a par das novidades. Não é difícil encontrar, por exemplo,stands de marcas conhecidas a publicitar os seus mais recentes produtos ou criações. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RxnmodNPNOI/AAAAAAAAAAk/2Dd5GjgF6yM/s1600-h/image0011.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As marcas aproveitam esta interactividade para criar produtos que vão de encontro as necessidades e aos gostos dos clientes. Aqui o negócio já não é virtual, mas sim real, e com vários milhões de dólares a circular diariamente. Para comuns mortais como nós existe o Linden dollar, a moeda oficial do sencod life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Site oficial: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://secondlife.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;http://secondlife.com/&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Vídeos :&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=xp6D0NyD2Cg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=xp6D0NyD2Cg&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;Onde acaba o mundo virtual e começa a realidade!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-5203678557907274100?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/5203678557907274100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=5203678557907274100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/5203678557907274100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/5203678557907274100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/10/second-live-para-l-da-realidade.html' title='&quot;Second Life&quot; para lá da realidade'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/Rxnm7dNPNPI/AAAAAAAAAAs/FnXK3yAfJvM/s72-c/image0011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-3913510093457145662</id><published>2007-10-03T12:59:00.000+01:00</published><updated>2007-12-27T17:24:39.114Z</updated><title type='text'>Comentário ao texto de Steve Johnson “Tudo o que é mau faz bem”</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RwOGmEUuB4I/AAAAAAAAAAU/tAF3yRrg6sQ/s1600-h/braincandy2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117081590176810882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RwOGmEUuB4I/AAAAAAAAAAU/tAF3yRrg6sQ/s320/braincandy2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O autor inicia o seu texto abordando a temática da cultura de massas, fazendo referência à ideia preconcebida de que este tipo de cultura se encontra em declínio acentuado contribuindo para a iliteracia – tendência designada por &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;curva de sleeper&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Steve Johnson não partilha desta visão, acreditando que o cenário tem contrariamente, pouco de negativo. Este ressalva para a necessidade de criar novos instrumentos para que se possa compreender todo o global da situação. Partindo da tese de McLuhan de que os meios são uma "extensão do corpo" compreende-se que a visão de Johnson está correcta ao defender a criação dos chamado &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;novo barómetro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – análise do passado para compreender o presente e prever o futuro. Não nos podemos esquecer da importância das competências cognitivas na formação do indivíduo. Em jeito de exemplo, basta olhar para o nosso quotidiano e observar o interesse dos jovens pelos jogos de computador. Se lhes for retirado este hobbie ficaram desniveladas em comparação com as de outros jovens. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Contrariamente ao senso comum, a televisão e o computador são “um alimento para o espirito” que torna uma cultura “intelectualmente mais exigente e não menos”. Relacionando com a frase de MclLuhan de que “o meio é a mensagem” podemos tomar como exemplo imediato o computador, que funciona como “o meio” e nós indivíduos como “a mensagem” influenciada pela conteúdo transmitido por esse meio. Daí que o aparecimento da televisão, e mais recentemente do computador tenha conduzido a alterações significativas nas capacidades cognitivas dos indivíduos em geral. Para finalizar recordamos que para McLuhan: “&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O meio é a mensagem porque é o meio que modela e controla a escala e forma das associações e trabalho humanos&lt;/span&gt;”&lt;/em&gt; (MCLUHAN, 1996:30) . &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na secção que aborda o tema “Jogos” Steven Johnson exorta para as vantagens destes, referindo que são importantes para o desenvolvimento humano, comparando-os com os livros. Numa sociedade cada vez mais globalizada os jogos e a realidade virtual que lhes é inerente, tem obviamente consequências na sociedade. Entendemos assim que “as tecnologias não são boas, nem más mas também não são neutras” Kranzberg, Leis da Tecnologia. O que pode ser encarado como positivo ou negativo, são as interpretações que cada indivíduo faz da tecnologia. Daí que segundo o autor, tanto os livros como os jogos têm as suas próprias vantagens e desvantagens. Se por um lado os livros desenvolvem a nossa capacidade em termos de imaginação, por outro os jogos têm repercussões na capacidade / velocidade de raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Referência Bibliográfica:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;McLUHAN, Marshall - &lt;em&gt;Comprender los medios de comunicación: Las extensiones del ser humano&lt;/em&gt;. Barcelona, Piados, 1996.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-3913510093457145662?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/3913510093457145662/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=3913510093457145662' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/3913510093457145662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/3913510093457145662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/10/comunicao-digital-comentrio-ao-texto-de.html' title='Comentário ao texto de Steve Johnson “Tudo o que é mau faz bem”'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_-ph-5gAgjuI/RwOGmEUuB4I/AAAAAAAAAAU/tAF3yRrg6sQ/s72-c/braincandy2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-1020507848506710985</id><published>2007-10-01T19:16:00.000+01:00</published><updated>2007-12-27T17:20:32.447Z</updated><title type='text'>Conceito de Interactividade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;1- O que significa para si interactividade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Interactividade poderá significar a possibilidade de intercâmbio entre um ou mais intervenientes no processo de comunicação. Tal definição pode ser elucidada no livro “Multimédia e tecnologias interactivas” de Nuno Magalhães Ribeiro onde refere que a interacção é entendida como uma forma de comunicação recíproca – do tipo acção-reacção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;2- Que esforço, quando comparado com outros tipos de comunicação, pensa que a comunicação digital requer?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A comunicação digital envolve meios, normalmente, não tão simples ou triviais como por exemplo uma conversa de café ou folhear o jornal. Tem de existir um à vontade com a plataforma na qual a comunicação é estabelecida. Por norma, é exigido ao utilizador que tenha conhecimentos mínimos para que consiga utilizar adequadamente de forma rentável o suporte a que se propõe. A título de curiosidade, as pessoas de um escalão etário mais jovem têm, por regra, uma maior aptidão para lidar com os vários suportes digitais comparativamente a pessoas de um escalão etário mais envelhecido. Isto deve-se ao facto das gerações mais jovens terem à sua disposição este tipo de meios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;3- Para que se considerem que as respostas são interactivas é necessário que sejam em tempo real?&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Não é necessário que as respostas sejam em tempo real para que sejam interactivas, pois, por exemplo, num fórum de discussão na Internet, as várias pessoas colocam perguntas, respostas e opiniões, e nem todas se encontram on-line ao mesmo tempo. Mesmo assim, a troca de informação entre elas não deixa de ser feita, isto é, não deixa de existir interactividade. No entanto esta chamada “acção-reação” deve proporcionar um nível de resposta aceitável, sobe pena de ruptura ou incompreensão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;4- Alguém referiu recentemente que a interactividade é uma qualidade dos indivíduos que usam o meio, em vez de ser uma qualidade do próprio meio. Como responderia?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Consideramos que a interactividade é uma qualidade de ambos, embora possa ser condicionada tanto pelo meio como pelo indivíduo. Ou seja, tem de ser uma qualidade partilhada em simultâneo, para que se possa falar de um sistema interactivo. Como por exemplo: alguém está a ler o jornal, mas por um dado motivo não concorda com uma dada notícia. Se o jornal (o meio) não lhe fornecer um meio de resposta (uma morada, um telefone) através do qual o indivíduo possa dar a sua opinião, apesar de este ser manifestamente interactivo (ter opinião e querer responder) o sistema não o é, devido ao meio. Outro exemplo possível, um quiosque multimédia permite visualizar o mapa de uma cidade e informações sobre os pontos mais interessantes desta (monumentos, nome das ruas, etc.) mediante a escolha do utilizador. Se o utilizador não proceder de forma correcta (ou não manifestar interesse) a interactividade perde-se não devido ao meio, mas ao indivíduo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;5- Alguns tipos de comunicação permitem mais controlo que outros. O que pensa que ocorre com a comunicação digital?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De facto, na comunicação digital pode haver menos controlo da informação, mas se forem tomadas as medidas adequadas (publicação de comentários a notícias apenas depois de "aprovados", tal como acontece com as cartas dos leitores dos jornais convencionais), acaba por existir um certo controlo, embora que limitado. Contudo,&lt;br /&gt;o controlo excessivo pode levar a que a interactividade seja penalizada, uma vez que a troca de informação é mais demorada. Um exemplo bastante elucidativo desta situação diz respeito ao fenómeno dos blogs, nos quais o controlo da informação é de facto bastante difícil, senão impossível de efectuar. Isto leva a que informação errada possa ser transmitida e difundida muito rapidamente, tornando-se mesmo um caso sério de "desinformação" ou que um elevado número de pessoas formem uma opinião errada sobre um dado tema de fundo da sociedade.&lt;br /&gt;No entanto, à medida que as tecnologias vão evoluindo a tendência é para o aumento da interactividade e do controlo em termos de utilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;6- Quais são as vantagens e desvantagens da comunicação digital?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que toca às vantagens da comunicação digital enumerámos alguns aspectos que julgamos ser os principais: Anytime, anywhere. As informações podem ser difundidas em tempo-real e com uma maior rapidez e riqueza de conteúdos (multimédia).&lt;br /&gt;Em contraponto temos as seguintes desvantagens: existe uma maior possibilidade de serem transmitidas informações erradas, devido ao facto de existir um menor controlo da informação, para além de que se possa aceder a alguns tipos de comunicação é necessário ter um &lt;em&gt;know-how&lt;/em&gt; técnico nem sempre acessível a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;7- Alguns profissionais de comunicação consideram a comunicação digital ameaçadora. O que pensa disso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A comunicação interactiva pode ter o seu quê de ameaçadora, dado que toda a gente, mesmo sem dominar a temática, pode emitir a sua opinião de forma livre. Por vezes, este tipo de situações pode originar "boatos" e a circulação de informações erradas, que com o tempo correm o risco de ser encaradas como "verdadeiras". Alguns profissionais podem considerar a interactividade ameaçadora, pois o seu trabalho pode ser posto em causa com muito mais facilidade, basta observar a secção de comentários a artigos (noticiosos ou de opinião) nos jornais "on-line". Cabe aos profissionais de comunicação se adaptarem a esta nova realidade. Num outro prisma, mencionando o Professor Jorge Pedro Sousa da Universidade Fernando Pessoa, esta interactividade, ou seja, a possibilidade de o receptor participar e interagir com o jornal e até noticiar e funcionar com informação, ajuda a nivelar o papel do jornalista e do leitor, assim como aumentar a participação deste último. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Links:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;O conceito de interactividade:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.cented.univ-ab.pt/pessoal/bidarra/sistemasmm/Sistemas%20MultimÃ©dia-164.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;http://www.cented.univ-ab.pt/pessoal/bidarra/sistemasmm/Sistemas%20Multim%C3%A9dia-164.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;Jornalisno on-line, Professor Jorge Pedro Sousa da Universidade Fernando Pessoa &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ipv.pt/forumedia/5/13.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;http://www.ipv.pt/forumedia/5/13.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-1020507848506710985?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/1020507848506710985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=1020507848506710985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/1020507848506710985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/1020507848506710985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/10/comunicao-digital-1-o-que-significa.html' title='Conceito de Interactividade'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2181790796498616375.post-2824522492093020335</id><published>2007-09-19T12:16:00.000+01:00</published><updated>2007-12-28T14:51:24.000Z</updated><title type='text'>Como Tudo Começou...</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt;Após uma longa e penosa discussão acerca do nome do blog, com várias peripécias pelo meio, nós os membros do grupo – Vanessa Neto e João Agostinho –  chegámos a um nome que vai de encontro aos nossos valores. Como tal,  nomeámo-lo “&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Freestyle 007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Escolha do Nome do Blog&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Muitos interrogar-se-ão o motivo pelo qual optámos por este nome, pelo que passaremos a explicar de forma sucinta. Antes mesmo de chegarmos a um nome que nos identificasse, decidimos optar por um &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;título grafado em Inglês&lt;/span&gt; por considerarmos bastante mais funcional neste mundo em que estamos todos à distância de um clique. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Freestyle&lt;/span&gt; é acima de tudo aquilo que mais caracteriza a sociedade contemporânea, na qual nós nos inserimos. No fundo, todos nós andamos em busca de algo que nos diferencie dos restantes, de forma a que sejamos reconhecidos. Analogamente, queremos demonstrar que o nosso grupo tem algo de novo para oferecer demarcando-nos dos já existentes. Ligado ao nome, encontra-se um número - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;007&lt;/span&gt;- cuja sua escolha tem duplo significado.  Por um lado remete-nos para o presente ano (2007), e por outro lado simboliza o tão conhecido &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Agente Secreto Inglês – James Bond (007).&lt;/span&gt; Esta escolha não foi de todo inocente, a figura de James Bond está associada a um estilo de vida bem diferente e livre, mas também nos transmite a ideia de que tudo pode ser solucionado com êxito e eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Aspecto Visual Global do Interface Web&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" align="justify"&gt;Tal como é sabido, o layout da página é um elemento primordial para atrair a atenção do utilizador/ consumidor. Se a página se mostrar credível, o utilizador tende a despender o seu tempo a utilizá-la. Daí que o tenhamos despendido algum tempo a pensar acerca do aspecto visual do nosso Interface Web. Começando pelas zonas de prioridade de leitura do Interface Web, na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;zona de prioridade 1&lt;/span&gt;(canto superior esquerdo da página), pode-se visualizar o &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Logótipo&lt;/span&gt; do Blog, o nome e uma breve descrição. Na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;zona de prioridade 2&lt;/span&gt; (centro da página), encontram-se os textos e respectivas imagens. Os textos serão repartidos em partes mais pequenas e terão subtítulos para tornar a leitura mais fácil. Na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;zona de prioridade 3&lt;/span&gt; (zona inferior da página e lado direito), encontra-se informação relativa ao projecto, assim como, arquivos de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;posts&lt;/span&gt; anteriores. No que toca ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;grafismo&lt;/span&gt;, escolhemos cores bastante sóbrias e elegantes: o branco, onde os textos assentam e o azul como símbolo da liberdade. Queremos deste modo, transmitir confiança  e informação de uma forma bem clara ao nosso público.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2181790796498616375-2824522492093020335?l=freestyle007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://freestyle007.blogspot.com/feeds/2824522492093020335/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2181790796498616375&amp;postID=2824522492093020335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/2824522492093020335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2181790796498616375/posts/default/2824522492093020335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://freestyle007.blogspot.com/2007/09/beginning.html' title='Como Tudo Começou...'/><author><name>Vanessa Neto e João Agostinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02329200158343033228</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
